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AGO

EMPREITADA DE REABILITAÇÃO DO CAIS DA RIBEIRA BRAVA E REALIZAÇÃO DE TRABALHOS DE LIMPEZA DA ESCARPA DO CAIS DA RIBEIRA BRAVA

EDITAL: EMPREITADA DE REABILITAÇÃO DO CAIS DA RIBEIRA BRAVA E REALIZAÇÃO DE TRABALHOS DE LIMPEZA DA ESCARPA DO CAIS DA RIBEIRA BRAVA

 

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JUL

Portos: desconfinamento para todos, menos cruzeiros

O Governo Regional da Madeira autorizou a partir de hoje,  a acostagem e a utilização das marinas, portos e fundeadouros na região, para todo o tipo de embarcações à exceção dos navios de cruzeiro, definindo os termos das vindas a terra, embarques e desembarques.

A Resolução 509, publicada hoje no JORAM, revoga o disposto no ponto 8 da Resolução 101/2020 de 13 de março, exceto no que se refere aos navios de cruzeiro,  e determina que os passageiros e tripulantes “estão sujeitos à medição de temperatura à chegada aos portos e marinas, bem como obrigados ao preenchimento individual do registo de viajante à chegada ou até à chegada, podendo recorrer ao on line em https://madeirasafe.com.”

Os passageiros e tripulantes têm de apresentar o resultado negativo para teste RT-PCR para SARS-COV-2, realizado em laboratórios certificados pelas autoridades nacionais ou internacionais, nas 72 horas prévias à saída do último porto, caso não o tenham feito, terão de o fazer na Madeira, sob responsabilidade da Autoridade Regional de Saúde. Neste caso, devem permanecer nas embarcações até à divulgação do resultado dos respetivos testes e só quem apresentar resultados negativos poderá ir a terra.

Estão excluídos da realização do teste apenas os passageiros e tripulantes de embarcação que já se encontrem há mais de 14 dias em navegação e desde que não apresentem sintomas característicos da COVID-19 e/ou febre, situação a averiguar pela Autoridade Regional de Saúde.

As decisões constantes desta Resolução que entra hoje em vigor, “são passíveis de reversão, caso surjam novas situações de risco que ponham em causa a saúde pública.”

Veja o JORAM aqui

 

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JUL

1.ª operação de transferência de tripulantes na Madeira

A primeira operação de substituição de tripulantes no Funchal, desde o dia 13 de março, teve lugar na passada segunda feira, dentro do quadro normativo e legal, recentemente delineado pelo Governo Regional da Madeira, no âmbito ao combate à COVID-19.

A transferência dos tripulantes decorreu ao largo e para isso foi necessário utilizar uma embarcação aberta, com a tripulação desta embarcação, devidamente protegida com EPIs para caso suspeito, assegurando-se o distanciamento entre os tripulantes desembarcados e os tripulantes da embarcação de transferência.

Para garantir a segurança desta operação em termos de saúde pública, houve uma coordenação de procedimentos entre o Armador, o Agente de Navegação, a Autoridade Portuária, a Autoridade de Saúde, a Autoridade Marítima, a Autoridade de Fronteiras e a Autoridade Aduaneira, tendo o planeamento decorrido durante o fim de semana de 11 e 12 de julho.

Os tripulantes a embarcar fizeram teste PCR no Aeroporto, à chegada à Madeira e os que desembarcaram fizeram-no na Gare Marítima da Madeira, no Porto do Funchal, usando a sala de isolamento COVID.

Em ambos os casos aguardaram em isolamento, em hotel até ao resultado dos testes que também se revelaram negativos e por isso, foram autorizados a prosseguir as respetivas viagens.

A substituição de tripulações a bordo de navios é hoje um dos problemas a que urge dar resposta.

Os tripulantes de navios são trabalhadores chave, para que continuemos a ter em nossa casa os bens essenciais, e para que a economia continue a funcionar, em tempos COVID.

A avaliação geral desta primeira operação é de que foi um sucesso e estando a Madeira nas rotas transatlânticas habituais, é expectável que elas venham a multiplicar-se nos tempos mais próximos.

 

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JUL

Porto Santo: lancha de piloto efetuou varagem de manutenção

A lancha Piloto “Cte. Cristiano de Sousa” esteve em varagem de manutenção a seco, nas últimas duas semanas no estaleiro da Marina de Porto Santo.
Os trabalhos foram realizados pelos funcionários da APRAM que prestam serviço no Porto de Porto Santo.
A atracação de navios nos portos da RAM implica que a APRAM tenha obrigatoriamente de ter os meios navais com os certificados de navegabilidade dentro do prazo e as respetivas vistorias efetuadas.
Com a embarcação a seco, as vistorias são feitas bianualmente.

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