Portos da Madeira

 

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Madeira na maior feira da indústria de cruzeiros

A Administração dos Portos da Madeira e a Associação de Promoção da Madeira participam na Seatrade Cruise Global 2016, a maior feira da indústria de cruzeiros do mundo que hoje se iniciou no Centro de Convenções de Fort Lauderdale e se prolonga até quinta feira, dia 17 de março.

Durante 27 anos esta feira, designada por Seatrade  Cruise Shipping, teve lugar em Miami, mas este ano e até 2018, realizar-se-á em Fort Lauderdale, uma vez que o Centro de Convenções de Miami será renovado.

A APRAM participa todos os anos neste evento, em parceria com os portos de Canárias e os portos de Portugal. Este ano, a Associação de Promoção da Madeira também está presente num esforço conjunto de promoção dos Portos da Madeira e Porto Santo, enquanto portos de cruzeiros, num mercado cada vez mais competitivo e em expansão.

À  margem do evento decorrem muitas reuniões, com os principais decisores das companhias de cruzeiros que como é habitual, estão presentes nesta feira.

Os trabalhos iniciaram-se hoje com a abertura da conferência e mesas redondas, num debate que visa apurar a situação da indústria de cruzeiros no mundo e descortinar e analisar tendências.

Estão presentes nesta Seatrade, 92 países de todos os continentes. Participam 800 expositores e esperam-se 11 000 visitantes. Mais de 300 jornalistas dão cobertura mediática ao maior evento da indústria mundial de cruzeiros.

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JAN

Portos da Madeira crescem em cruzeiros e passageiros

No ano passado, o Porto do Funchal  cresceu em todas as variantes, tendo registado um aumento de 22% no movimento total de passageiros e de 9% no número de escalas ou seja, mais 15 escalas e mais 102.537 passageiros que no ano de 2014.

Também os números de embarques e de desembarques são positivos em relação ao ano anterior. Em 2015, houve 1814 embarques, mais 153, e 1904 desembarques, mais 144, em comparação com o ano de 2014.

O número de passageiros em trânsito situou-se, no ano passado, em  574.774 pessoas, mais 102.240 turistas que em 2014.

Quanto às nacionalidades, continuam a ser os ingleses e os alemães os que mais visitam a Madeira em cruzeiro. No ano passado, vieram do Reino Unido 212.248 passageiros, da Alemanha 187.534, da Itália 37.121, da Estados Unidos 31.657 e de França 16.839, entre muitas outras nacionalidades que estiveram no Porto do Funchal em cruzeiro.

Destaque também para o crescimento do Porto de Porto Santo que em 2015 registou quatro escalas, mais uma que em 2014, e 1856 passageiros, mais 975 passageiros que no ano anterior.

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FEV

"Cruises in the Atlantic Islands", quase 3 milhões de turistas

A marca “Cruise in the Atlantic Islands” que inclui os portos da Madeira, Canárias e pela primeira vez, Cabo Verde, representou no ano passado, 2.832.492 passageiros e 1515 escalas, confirmando o corredor atlântico como uma das rotas mais importantes no turismo de cruzeiros mundial, sobretudo no Inverno.

O Porto do Funchal continua a ser dos primeiros neste ranking que é liderado na variante de escalas pelo Porto de Tenerife e a nível de passageiros pelo Porto de Las Palmas.

O Porto de Tenerife, em 2015,  registou 311 escalas, o Porto do Funchal 308 e o Porto de Las Palmas 255.

Relativamente ao movimento de passageiros, Las Palmas acolheu 682.885 passageiros, Tenerife 644.047 e o Funchal 578.492.

Aqui, poderá consultar o quadro estatístico sobre o movimento de escalas e passageiros nos 18 portos que integram a “Cruise in the Atlantic Islands”.

 

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DEZ

Cais norte operacional

O Presidente do Governo Regional da Madeira, Miguel Albuquerque, acompanhado pelo Secretário Regional da Economia, Turismo e Cultura, Eduardo Jesus e pela Administração da APRAM visitou hoje o cais norte do Porto do Funchal que esteve durante alguns meses, em obras de ampliação e reabilitação.

Esta obra teve de ser feita, devido aos problemas de corrosão que eram visíveis na estrutura do cais.

A essa prioridade, juntou-se uma outra necessidade que foi a de permitir que navios de maior calado (até 8,00m) pudessem atracar naquele cais, obrigando à dragagem da bacia do cais para uma cota de fundo de -9.50 m (ZH).

Este objetivo foi obtido pela compatibilização, em termos económicos, do avanço da frente de cais e da quantidade de dragagem de sedimentos e de rocha.

Esta ampliação de seis metros na largura e ao longo do comprimento total do cais (cerca de 260 metros), foi complementada com o prolongamento das redes de águas, eletricidade, iluminação e CCTV, cabeços de amarração e com um sistema de 15 defensas.

A estrutura já existente foi reparada e preservada, através de técnicas de proteção contra os agentes atmosféricos, aumentando assim a sua durabilidade.

O processo construtivo da ampliação do cais recorreu a elementos pré-fabricados (pré-vigas e pré-lajes) que se apoiam em estacas e sobre os quais foi realizada uma betonagem in situ tornando toda a plataforma monolítica. A opção de recorrer a elementos pré-fabricados deveu-se à necessidade de minimizar o tempo de inoperacionalidade do cais.

A obra de ampliação e reabilitação do cais norte custou 3,89 milhões de euros e foi comparticipada pela EU, através do POVT.

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