A presidente do Conselho de Administração, Paula Cabaço, em conjunto com outras entidades, foi esta tarde, a bordo do estreante "Viking Polaris" dar as boas vindas ao Comandante do navio.
O "Viking Polaris" praticamente, acabou de ser concluído e batizado na Holanda.
Depois desta escala no Funchal, o navio segue para o Mindelo, em Cabo Verde, prosseguindo a longa viagem que leva a Ushuaia, na Patagónia Argentina, também considerada a "terra do fim do mundo".
O "Viking Polaris" chegou por volta do meio dia, ao Porto do Funchal, com 146 passageiros e 263 tripulantes. Após uma escala de oito horas na Madeira, navega às 20h00, para o Mindelo, em Cabo Verde.

 

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A empreitada de Reabilitação do Molhe Principal do Porto do Porto Santo está já a decorrer e prolonga-se até 15 de janeiro de 2023.

Devido à obras, a estrada de acesso àquele porto, está condicionada à circulação rodoviária e pedonal.

Leia aqui o edital

Abril foi o melhor mês para a ilha do Porto Santo, no que se refere ao turismo de cruzeiros, que em apenas um mês somou 09 escalas.

A ilha tem despertado o interesse dos chamados navios temáticos e de luxo que procuram destinos paradisíacos sobretudo, numa ótica ambientalista.

Por navio, em abril, no Porto Santo:

- “World Voyager”, o mais frequente, com escalas a 05, 15 e 26;

- “Hanseatic Inspiration, escalas a 13 e a 15;

- “Seabourn Ovation”, escala a 07:

- “Hanseatic Spirit”, a 21 e 23;

- “Hebridean Sky”,  27 DE ABRIL.

Os Portos da Madeira totalizaram no passado mês de abril 62 escalas de navios de cruzeiro, o que acontece pela primeira vez, nas estatísticas dos meses de abril.

Em comparação com o ano de 2019, antes da pandemia, houve mais 09 escalas no Porto do Funchal (44) e mais 07, em Porto Santo (02).

Analisando o registo de todos os meses, nos últimos 10 anos, só novembro de 2012, um ano completamente excecional, superou, com 64 escalas, uma delas no Porto Santo.

Mas se a nível de escalas já ultrapassámos o período pré-pandemia, no que toca aos passageiros e a exemplo do que se passa na generalidade do setor, ainda não alcançámos os números registados antes da COVID-19.

A manutenção dos protocolos sanitários a bordo, por parte das companhias e as escalas de navios de menor dimensão contribuem para este resultado.

Assim, no passado mês de abril registou-se um movimento de 44 810 passageiros, menos 33 639 que no mesmo período de 2019. O número de tripulantes foi de 28784, menos 626 tripulantes, em comparação com o mesmo mês de há três anos.

De salientar ainda, que no mês em análise houve quatro estreias: “Celebrity Edge” e “Scenic Eclipse”no Porto do Funchal e “Hebridean Sky” e “Seabourn Ovation” no Porto Santo.

Os números de abril que são excelentes para os Portos da Madeira vão também de encontro a uma das principais conclusões das conferências que decorreram na Seatrade Cruise Global que teve lugar de 25 a 28 de abril, em Miami: 2020 e 2021 foram anos de resiliência, 2022 é um ano para reconstruir e posicionar os cruzeiros para um 2023 que se espera muito forte, com movimentos de passageiros superiores a 2019, antes do período pandémico.

Até ao fim deste ano, todas as frotas estarão a trabalhar a 100% e as reservas para 2023, segundo os CEO´s das companhias, não param. Há mesmo quem diga que a negociação a 12 meses está melhor agora do que antes da COVID-19. Há realmente apetência pelos cruzeiros, as pessoas querem viajar e há dezenas de navios a serem construídos até 2026!

Mas, há uma certeza, o setor não vai ser o mesmo depois da pandemia. Nunca como agora, os decisores da indústria de cruzeiros tiveram tanta convicção na necessidade de mudar, seja na partilha de valor entre os operadores e as comunidades locais como no investimento em energias sustentáveis e limpas. É uma tendência para os próximos 10 anos: turistas deixando dinheiro nas comunidades, sustentabilidade e a escolha de um operador que assuma estes valores.

Nos próximos 04 anos, mais de 60% dos navios dos associados da CLIA vão ser equipados com conexões de energia costeira. É preciso que agora, os portos também se equipem e disponibilizem essa conexão. Reduzir as emissões de carbono a zero até 2050 é o objetivo e para isso, a indústria está a investir e a experimentar tecnologias ambientais inovadoras e a apostar em parcerias com cidades e portos no que toca à gestão sustentável de destino. Porquê? São os próprios líderes das companhias que assumem: porque é do seu próprio interesse. É o futuro!

Como reflexão, é interessante verificar que depois de uma pandemia que feriu profundamente o mercado de cruzeiros, o setor emergiu mais forte, porque se uniu na adversidade.

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